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                                         Como Liderar na Crise

Artigo publicado na revista Academia Channel World - Maio/Junho 2009


Primeiro, a crise financeira internacional ainda não passou e nem o pior dela. Os sinais de melhora no mercado financeiro nada mais são do que uma tentativa dos investidores de se antecipar a uma possível retomada do mercado, mesmo que muito lenta e insipiente. Por isso, continue agindo e pensando no que fará hoje – e como isso impactará o amanhã.

Estamos ainda muito longe de pensar e discutir os “problemas do pós-crise”. O momento não é de otimismo, pois isso pode levar as organizações a não terminar o trabalho que têm sido feito para uma reestruturação profunda dos modelos de gestão.

Os canais precisamos pensar e agir no curto prazo, mas também devem olhar para o longo prazo.
O mercado demanda lideranças que inventem um novo futuro, pois hoje as pessoas em todo o mundo se sentem traídas pelos erros de instituições e de indivíduos, colocando em xeque a credibilidade das pessoas que comandam os mais diversos sistemas. Assim, conquistar a confiança novamente depende do que fazemos e não do que falamos.

Se sobreviver à crise representa fazer empréstimos ou financiamentos para estabilizar o negócio, mais importante que definir isso é compartilhar a decisão e às intenções com todos da empresa. Esse envolvimento é vital para o sucesso da utilização dos recursos adquiridos, pois onde e como usar o dinheiro deve ser muito mais analisado por quem o emprega e não por quem o libera.

Já, por outro, se sobreviver significa vender uma parte das operações, pense que isso representa a reestruturação dos modelos empresariais e o redesenho físico do negócio. Algumas empresas que venderam parte de suas atividades e continuaram a atuar do mesmo jeito, apresentam hoje os mesmos problemas de antes.

Por fim, se sobreviver representa a fusão com outras companhias, a grande preocupação deve ser a de construir uma nova cultura organizacional, que possa abrigar as empresas originais. No futuro iremos observar que as companhias que não fizeram isso estarão fadadas ao desaparecimento no mercado.

Para que as empresas possam enfrentar a crise e sobreviver a ela, as ações organizacionais devem ser muito racionais e sistêmicas. Além disso, deve-se lembrar que as decisões atuais implicam, necessariamente, em um resultado para o amanhã.

Hoje, sobreviver parece o mote mais real. Cortar custos, aumentar a produtividade, desligar pessoas, melhorar os esforços individuais, tudo em nome do amanhã, que deixará de existir para muitas empresas que não tomarem uma atitude agora.  Pois, pensar  no hoje é inevitável, porém, construir e idealizar o amanhã torna-se algo fundamental e vital para a longevidade do negócio.

Mais do nunca, as empresas precisamos de líderes que se ocupem com o hoje, mas que definam novos modelos de negócio para o amanhã.  Ou seja, qualquer ação precisa ser pensada a partir de algumas questões:  Que negócios queremos ter no futuro? Como seremos? O que venderemos? Como nos relacionaremos com nossos clientes? Como iremos liderar nossa empresa ou instituição? Enfim, muitas perguntas devem ser feitas, e nesse momento, o que menos precisamos ter é certezas, pois elas não existem.

Tudo isso não é fácil e nem simples. Sabemos, entretanto, que perguntar sobre todas as coisas sempre aumenta consideravelmente as nossas certezas sobre o que será possível fazer.
O sucesso não está em não errar, mas, sim, na capacidade de ter mais acertos do que erros.  E aprender com ambos é fundamental para garantir a lucidez da gestão empresarial.

 

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